Perdi o emprego! E agora? Transforme-se em Empreendedor em 7 Passos

Achamos que sabemos o que é bom para nós. Deus tem a completa certeza do que é!

Se você quer sair da condição de desempregado para CEO do seu próprio negócio; organizei 7 passos básicos que irão lhe ajudar nesta empreitada. Vamos a eles:

  1. Faça um Brainstorming de ideias.

  2. Apaixone-se pelo Negócio.

  3. Desenvolva um Plano de Negócios.

  4. Desenvolva um Projeto de Viabilidade Econômico-financeira.

  5. Determine a Estrutura Legal.

  6. Contrate uma Seguradora

  7. Monte seu Time de Colaboradores.

Esmiuçarei, nas próximas sete semanas, cada um desses passos com o intuito de lhe equipar com as ferramentas adequadas para dar a maior guinada da sua vida profissional. Será uma sequência de sete posts, além deste, falando sobre os sete passos fundamentais para abertura de um negócio. Minha intenção é contribuir, de alguma forma, com aqueles que se encontram nessa terrível condição de desempregados sem saber ao certo para onde ir.

A vida, às vezes, faz escolhas melhores que as nossas. Quando somos acometidos por infortúnios que modificam completamente o rumo dos nossos planos e objetivos, nos sentimos frustrados, derrotados, deprimidos, com raiva de tudo. Perder o emprego, sem dúvida nenhuma, faz parte dessa lista de “puxada de tapete do destino” que nos rouba a paz. É doloroso, sem predicativos para explicar o sentimento.

Entretanto, perder o emprego tornou-se quase uma epidemia no nosso país nos últimos anos. Algo em torno de 14 milhões de brasileiros sabe exatamente o que isso significa. É muita coisa! Mas o infortúnio pode ser o empurrãozinho que faltava para a maior guinada de sua vida em direção à paz, felicidade, prosperidade, diversão. Não é clichê. É estatística. Às vezes a vida faz escolhas melhores que as nossas. E o que era infortúnio se transforma em fortuna. Mas é preciso ver as coisas sob a ótica do copo meio cheio!

É fato que somos cobrados, desde muito pequenininhos, a planejar nosso futuro. Cobranças sorrateiras do meio que vivemos nos sinalizam a todo instante que temos que fazer escolhas e planos de futuro—o que você vai ser quando crescer? Advocacia é uma profissão rentável! Quando é que sai o casório? Não vejo a hora de ser vovó? Filho único é muito problemático! Todos esses comentários “inofensivos” são gritos traduzidos em uma única palavra—faça uma escolha!

Certamente, planejar o futuro e fazer escolhas faz parte de nossas vidas. Mas está implícito, nessas cobranças, que nossas escolhas devem ser duradouras; quase “eternas”. Quando começamos algo e mudamos, como uma faculdade, por exemplo, somos vistos como inconstantes e irresponsáveis, na grande maioria das vezes.

Claro que não devemos ficar pulando de galho em galho ao longo de nossas vidas, mas a possibilidade de mudança não pode, em hipótese alguma, ser ignorada. Voar novos ares pode nos fazer muito bem. E, às vezes, a escolha não é nossa. Como perder o emprego. Acabou o que julgávamos durar até a aposentadoria. Perdemos o emprego! E agora?

Acho de uma profundidade impar os versos do Renato Russo na composição Por Enquanto:

 “Se lembra quando a gente

Chegou um dia a acreditar

Que tudo era pra sempre

Sem saber que o pra sempre, sempre acaba”

Pois é, podemos até ficar sem emprego, mas não dá para viver sem renda. Se você não tiver mãos generosas para lhe dar uma força nessas horas, você terá que se reinventar e, acredite, pode ser a melhor coisa que já aconteceu na sua vida profissional. Empreender é o caminho mais viável nesse momento. Não espere as coisas melhorarem. Nossa economia não tem a capacidade, e nem tão cedo terá, de gerar empregos na mesma velocidade que os tirou. Dessa forma, a melhor coisa é juntar as verbas rescisórias e o mais que se possa captar, seguramente, e partir para o próprio negócio.

Não é tão difícil quanto parece, mas também não é tão fácil assim. A questão é que é a alternativa mais plausível para a imensa lista de desempregados dos últimos anos.  Não dá para ficar esperando um novo emprego aparecer enquanto as contas se acumulam e dilapidam o pouco que sobrou das reservas, quando elas existem, e das verbas rescisórios.

Acompanhe a nossa sequência de sete posts a serem publicados nas próximas sete semanas e saiba, em detalhes, como fazer fortuna do infortúnio acreditando que, às vezes, a vida faz escolhas melhores que as nossas. Conto com você nesta jornada. Sucesso!

2017-11-08T21:23:57-03:00 6 de novembro, 2017|Empreendedorismo|0 Comentários

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